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FBS Concede Direito de Resposta à ALFSURF

Desde o inicio participamos da maioria das reuniões e assembleias da organização do surf baiano, primeiro como atleta na época da Associação Baiana de Surf (ABS), depois como apoiador de eventos e patrocinador de atletas já na época da Federação Baiana de Surf (FBS). O egoísmo e a ambição de alguns dirigentes, que não pensam no surf de forma coletiva, deixando de exercer seu verdadeiro papel, o de gerir o desenvolvimento do esporte, garantindo a continuidade de todo o trabalho realizado e conseqüentemente um plano digno de carreira para nossos atletas, não é algo da atual diretoria da FBS e sim que vinha sendo sucateado há muitos anos.

A criação e fundação Associação Laurofreitense de Surf (ALFSURF), se deu justamente por não concordar e pactuar com as gestões passadas, que se desenvolveram de forma irregular.

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foto: arquivo pessoal

A começar pela falta de investimento nas categorias de bases e pela desvalorização dos atletas, principalmente com premiações capengas e escalações de comissões técnicas sem nenhum critério de qualidade e por fim pela forma como ocorreu o pleito para as eleições da FBS durante o período de 2013 e 2014, onde a princípio teria uma única chapa (Bricio Argolo e Carlos Abdalla) e depois de uma campanha realizada por Dalmo Meireles, que culminou com a candidatura dele e de diversas outras chapas como: Brício Argolo (presidente), Carlos Abdalla (vice-presidente), Victor Kruschewsky (secretário) e André Cardoso (tesoureiro); Dalmo Meireles (presidente), Jefferson Barbosa (vice-presidente), Flávio Galini (secretário) e Luiz Américo Campos (tesoureiro); Railton Lemos (presidente), Carlos Moraes (vice-presidente), Wilson Ribeiro (secretário) e Jacqueline Breciani (tesoureira); Ito Santos (presidente), Helder Christian (vice-presidente), Rosa Cayres (secretária) e José Reis (tesoureiro); e a chapa de Tatiana Goulart (presidente), Carlos Santos (vice-presidente), Brian Bruce (secretário) e Jorge Cerqueira (tesoureiro), que ao verificar as irregularidades das associações que não apresentaram atas de eleições, que não fizeram Assembléias para tanto, muitas que nem tinham registro no cartório ou inscrição CNPJ, levaram Armando Daltro (Presidente na época) a cancelar as inscrições destas chapas citadas acima e abrir uma janela de prazo para tais entidades se regularizarem.

Após o fim do prazo de regularização novas chapas foram Inscritas para Eleição FBSurf 2014: Carlos Abdala (Presidente), Brício Argolo (Vice – presidente), Rosa Cayres (Secretária) e Andre Cardoso (Tesoureiro); Gabriel Macêdo (Presidente), Marcelo Alves (Vice – presidente), Adalvo Argolo (Secretário) e Claudia Vampre (Tesoureiro); Carlos Moraes (Presidente), Wilson Ribeiro (Vice – presidente), Jacqueline Briachini (Secretário) e Ivaldo Matos (Tesoureiro); Fernando Guedes (Presidente), Alvaro Reis (Vice – presidente), Divani Silva (Secretário) e Bruno Barros (Tesoureiro); Giorgio Mattos Santa Rita (Presidente), Gutemberg Palungo (Vice – presidente), Bruno Belém Silva (Secretário) e Tarsila Regina de Deus Pereira (Tesoureiro); Ricardo Melloni (Presidente), Carlos Guilherme (Vice – presidente), Takyto Adachi (Secretário) e Felipe Ribeiro (Tesoureiro); e por fim a chapa Waldir Miranda Fernandes (Presidente), Thompson Mavés Silva (Vice – presidente), Jogevaldo de Souza Santos (Secretário) e Elivaldo Cerqueira da Silva (Tesoureiro), mas desta vez sem a a inscrição da chapa de Dalmo Meireles, que alegou mudanças de prazos sem uma comunicação oficial da FBS.

Como uma entidade que foi considerada irregular e apta a votar (pela própria diretoria da FBSurf na época), pôde lançar chapa e ainda ser reconhecida, uma vez que não poderia presidir o mandato por está irregular segundo o próprio Estatuto da FBSurf? Para se inscrever, os candidatos deveriam ser diretores da FBSurf ou de associações filiadas, com pelo menos dois anos de voluntariado junto à associação filiada e quites com suas obrigações associativas como regi o estatuto. E esse mesmo critério era usado para definir as entidades que poderiam votar na eleição. Ou seja, também só poderiam formar chapas para concorrer às eleições, as associações que estavam aptas a votar e não foi o que vimos, ou seja, estávamos presenciando novamente o que sempre norteou as estruturas administrativas de gestões passadas, onde as chamadas “PANELINHAS” ditavam as regras, só que desta vez um irmão contra o outro e um marido contra a mulher.

Este era o retrato de uma política que só prejudicou o surf baiano, por capricho e motivos políticos, que só convinham a si próprios e suas equipes administrativas, ceifando toda uma geração de talentos que poderiam está nos dando mais orgulho e conquistando maiores vitórias para a Bahia pelo mundo afora. Isso é o que levou um grupo de pessoas se unirem e na contramão fundarem a ALFSURF.

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É verdade que a ALFSURF durante esses 4 anos ainda não realizou um circuito de competições, mas partindo do princípio da proposta de realização do Circuito Municipal de Surf de Lauro Freitas, sendo o conjunto dos Circuitos das Associações locais, ASVA, ASLF, ASPI, ASAI e APS, em 24 de julho de 2015, através de edital próprio da entidade, foi solicitado a ilustríssima presença dos seus respectivos Presidentes e Diretores, assim como da presidência da FBS, ou na sua ausência um representante credenciado, para participarem de uma série de reuniões, com a finalidade específica de deliberarem: Aprovação do Modelo Base para o Circuito Municipal de Surf 2016 de Lauro de Freitas, com seus respectivos anexos, além do Plano de Ação para estruturar o Ranking que definiria os atletas que fariam parte da Equipe Municipal de Lauro de Freitas, para disputar o Circuito Estadual da Federação Baiana de Surf, onde ficou constatado a irregularidade e/ou inatividade jurídica de algumas entidades e não se chegando a um consenso entre outras, onde na última sessão com duas abstenções, um voto contra e dois votos favoráveis, ficou deliberado em não colocar em prática o Circuito Municipal no formato apresentado até que pelo menos fosse obtido três votos favoráveis, o que ainda não aconteceu na data presente.

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Por outro lado, ALFSURF entende que uma entidade desportiva não vive apenas de campeonatos e propôs à Câmara de Vereadores Municipal, discutir a construção do Sistema Municipal do Esporte em Lauro de Freitas, defendendo a proposta de formatação do Sistema composto por Conferência Municipal de esporte, Conselho Municipal de esporte, Órgão Público Executivo e Fundo Municipal do Esporte.

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Foto: arquivo pessoal

Leia mais: https://alfsurf.webnode.com/news/a-alfsurf-da-o-primeiro-passo-para-a-construcao-do-sistema-municipal-de-esporte-em-lauro-de-freitas/

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Foto: arquivo pessoal

A Associação Lauro Freitense de Surf não se acomoda e institui o primeiro Fórum Municipal de Política Pública de Esporte de Lauro de Freitas, por iniciativa puramente desta Sociedade Civil Organizada.

Mais uma vez, a ALFSURF quebra paradigmas e coordena a elaboração do Projeto de Lei que institui o Sistema Municipal de Esporte e Lazer de Lauro de Freitas.

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Foto: arquivo pessoal

Leia mais: https://alfsurf.webnode.com/news/criacao-do-sistema-municipal-de-esporte-e-lazer-de-lauro-de-freitas/

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Já na área do Meio Ambiente a Associação Lauro Freitense de Surf – ALFSURF, além de defender e apoiar o (PL) N 6.969 de 2013, que institui a Política Nacional para a conservação e uso sustentável do Bioma Marinho, foi eleita em pleito coordenado pelo INEMA – Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, para compor cadeira como Membro do Conselho Gestor da Unidade de Conservação, da Área de Proteção Ambiental – APA JOANES IPITANGA. Composto por 51 membros em paridade com os órgãos públicos dos três níveis da federação, da sociedade civil local e dos empreendedores locais com atuação nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho,Candeias, Dias D’Ávila, São Sebastião do Passé e São Francisco do Conde.

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Foto: arquivo pessoal

Desta vez, com a nobre missão de defender a preservação, conservação e recuperação da Mata Atlântica remanescente, Mata Ciliar Nativa e Vida Silvestre da Área de Proteção Ambiental dos mananciais dos Rios Joanes e Ipitanga, desenvolvendo Projetos Sócio-Ambientais, Seminários, Visitas Técnicas e Capacitação, acompanhando as Condicionantes Ambientais e emitindo encaminhamento e denúncias de descumprimento.

Leia mais: https://alfsurf.webnode.com/news/alfsurf-e-eleita-membro-do-conselho-gestor-da-area-de-protecao-ambiental-apa-joanes-ipitanga/

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Foto: arquivo pessoal

Como membro da Comissão de acompanhamento das condicionantes da construção da Via Metropolitana, a ALFSURF solicitou informações sobre as questões relativas aos estudos arqueológicos entre as estacas 275-325 junto ao IPHAN, já que no Relatório final do Projeto de Diagnóstico e Prospecção Arqueológica a área supramencionada não tinha sido prospectada.

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Foto: arquivo pessoal

A ALFSURF ainda solicitou também os Relatórios das Espécies Suprimidas e das Mudas Resgatadas da FLORA; Relatórios das Espécies Afetadas, Capturadas e Relocadas da FAUNA; e Relatórios de Resguarde das 09 Áreas de Preservação Permanentes da área do Licenciamento Ambiental (Portaria 8971).

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Foto: arquivo pessoal

A ALFSURF é atuante e não fica de braços cruzados, monitora  40% a qualidade das águas que abastecem Salvador e Região Metropolitana.

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Foto: arquivo pessoal

Assim como fiscaliza, denuncia e cobra providencias das autoridades responsáveis pelos crimes ambientais como despejo de dejetos sanitários nos afluentes dos Rios Joanes, Ipitanga e Sapato, e descarte de resíduos sólidos em suas APPs, poluindo as belas Praias de Busca Vida, Buraquinho, Vilas do Atlântico e Ipitanga.

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Foto: arquivo pessoal

Ainda na área socioeducativa a Associação Laurofreitense de Surf contribui em um lindo trabalho junto à Igreja Universal, ministrando cursos de empreendedorismo no presídio municipal de Lauro de Freitas, buscando uma forma de socializar e reintroduzir os infratores ao mercado de trabalho, quando esses cumprirem suas penas.

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Foto: arquivo pessoal

É verdade que a ALFSURF ainda não teve a oportunidade de realizar o tão sonhado Circuito Municipal de surf propriamente dito, mas vem contribuindo de alguma forma para o desenvolvimento do surf no estado, seja participando dos debates ou até mesmo através  das assembleias nas gestões passadas, mesmo quando não concordava com alguns pontos de vista, mas apresentando propostas. O que levou a ser convidada para coordenar os trabalhos para elaboração da minuta da reforma estatutária da Federação Baiana de Surf.

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Foto: arquivo pessoal

Portanto, nesse contexto de não se excluir e sim se incluir e com todas as documentações necessárias, foi o que tornou possível o deferimento do pedido de filiação junto a FBS e a inscrição de chapa para concorrer a presidência nas eleições da entidade em 2018. Permitir-se participar da construção e da implementação de políticas é o resultado fundamental de um processo democrático e, portanto, é um requisito também para o processo de desenvolvimento inclusivo.

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Foto: arquivo pessoal

O momento atual deve ser de união e não de partilhar e segregar, principalmente entre entidades, atletas e competidores do time, estamos todos no mesmo barco. Temos um dos mercados que mais consomem o surf no Brasil, temos o maior litoral e as praias mais belas de toda a costa Brasileira, só nos falta mesmo é unir forças e fazer as engrenagens trabalharem em sinergia.

Saudações e vibrações positivas ao desenvolvimento do surf baiano… Aloha!

 

 

Abdalla é eleito para o período 2014/2018

Abdalla o novo presidente laureado pelos seus eleitores
Abdalla o novo presidente laureado pelos seus eleitores

A nova diretoria que vai comandar a Federação Baiana de Surf (FBS) foi eleita na noite desta terça-feira, no Auditório Astor Pessoa, na sede da FTC, em Salvador (BA).

Carlos Abdalla é o presidente da chapa que levou a melhor na votação. Ele comanda a entidade até o ano de 2018.

A diretoria conta ainda com Brício Argolo (vice-presidente), Rosa Cayres (secretária) e André Cardoso (tesoureiro).